Close Menu
TV Criar – Notícias e Entretenimento 24hsTV Criar – Notícias e Entretenimento 24hs
    O que há de novo

    ONG internacional aponta falhas na investigação da Operação Contenção

    outubro 28, 2026

    Movimentos sociais no Rio lembram vítimas da Operação Contenção

    outubro 28, 2026

    Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula

    outubro 27, 2026

    Assine atualizações

    Receba as últimas notícias criativas do FooBar sobre arte, design e negócios.

    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram WhatsApp
    TV Criar – Notícias e Entretenimento 24hsTV Criar – Notícias e Entretenimento 24hs
    Se inscrever
    • Home
    • AO VIVO
    • Distrito Federal

      DF elege 24 deputados distritais; Max Maciel lidera votação

      outubro 5, 2026

      DF elege oito deputados federais; Fábio Felix lidera votação

      outubro 5, 2026

      Brasil vai às urnas neste domingo para escolher presidente, governadores e representantes no Congresso

      outubro 3, 2026

      DF se prepara para as urnas: veja o que conferir antes de votar neste domingo

      outubro 3, 2026

      Principais notícias do Distrito Federal nesta segunda-feira (24)

      agosto 24, 2026
    • Mundo

      Cientistas identificam placa tectônica se rompendo sob o Oceano Pacífico

      setembro 14, 2026

      13 de novembro de 2026: entenda a projeção matemática que voltou a repercutir nas redes sociais

      setembro 14, 2026

      Terremoto de magnitude 7,1 atinge o Japão e mobiliza autoridades

      julho 28, 2026

      Três pessoas são resgatadas com vida após 28 dias sob escombros e emocionam equipes de socorro

      julho 23, 2026

      Por que os terremotos da Venezuela não puderam ser previstos? Entenda o que diz a ciência

      julho 3, 2026
    • Notícias Olhos D’Água

      Dia de celebrar na comunidade Olhos D’Água! 🤩

      outubro 21, 2025

      Comunidade Olhos d’Água recebe atenção especial após reclamações sobre instabilidade no fornecimento de energia ⚡

      outubro 21, 2025

      Comunidade Olhos D’Água celebra conclusão de 4 km de asfalto em grande conquista coletiva

      outubro 7, 2025

      🚧 Novo asfalto traz mais segurança e qualidade de vida ao Olhos d’Água

      setembro 26, 2025

      Deputado Eduardo Pedrosa visita comunidade e acompanha obras de pavimentação

      setembro 23, 2025
    • Parceiros da TV Criar

      🏡 Dechome Interiores: transforme sua casa com elegância e personalidade

      julho 9, 2026

      STUDIO DIAMANTE PAIVA: Lapidando belezas únicas de forma exclusiva!

      outubro 13, 2025

      📺 Seja parceiro da Web TV Criar

      maio 7, 2025

      Banda BR080 é a nova parceira da TV Criar Entretenimento

      maio 7, 2025

      Divino Silva Parceiro da TV Criar

      janeiro 6, 2024
    • Contact
    TV Criar – Notícias e Entretenimento 24hsTV Criar – Notícias e Entretenimento 24hs
    You are at:Início » ONG internacional aponta falhas na investigação da Operação Contenção
    Direitos Humanos

    ONG internacional aponta falhas na investigação da Operação Contenção

    Tv CriarBy Tv Criaroutubro 28, 2026Nenhum comentário9 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email WhatsApp
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp


    Logo Agência Brasil

    Um relatório divulgado nesta quarta-feira (28) pela organização não governamental internacional Human Rights Watch (HRW) apontou que houve falhas na investigação das mortes ocorridas durante a Operação Contenção, ocorrida há um ano, no Rio de Janeiro.

    Na ação, 122 pessoas morreram, sendo cinco policiais e 117 não policiais, nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital fluminense.

    Notícias relacionadas:

    • Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas.
    • MPRJ denuncia mais oito PMs que participaram da Operação Contenção.
    • Movimentos sociais no Rio lembram vítimas da Operação Contenção.

    >> Clique aqui e acesse a íntegra do relatório

    De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, até o momento apenas as investigações dos assassinatos dos cinco policiais (três militares e dois civis) foram concluídas.

    Os inquéritos indiciaram 12 pessoas por envolvimento com as mortes, sendo nove apontadas diretamente como envolvidos nos homicídios e três suspeitas de ordenar os ataques às forças policiais.

    As outras 117 pessoas morreram, segundo as autoridades de segurança pública do Rio de Janeiro, em confronto com a polícia. Essas mortes ainda estão sendo investigadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do estado (MPRJ), sem qualquer conclusão até o momento, mesmo com sinais de ilegalidades e excessos por parte das forças policiais.

    Pelo menos duas delas chamaram a atenção do MPRJ e foram consideradas “atípicas”. Uma é uma morte por disparos a curta distância. A outra, a decapitação de Yago Ravel Rodrigues Rosario, que teve a cabeça separada do corpo, por um facão, depois de levar um tiro na região lombar.

    A HRW analisou o procedimento investigatório criminal feito pelo MPRJ (quase 9 mil páginas), os 122 laudos de necropsia e 4,4 mil horas de imagens das câmeras corporais dos policiais, além de ter ouvido 41 pessoas, entre testemunhas, familiares das vítimas e pesquisadores, para produzir o relatório divulgado nesta quarta-feira.

    Investigação e perícia

    Uma das constatações da ONG internacional é que policiais não adotaram medidas investigatórias após as mortes. De acordo com a HRW, o Departamento Geral de Homicídios e Proteção Pessoal, responsável por investigar homicídios no estado, tomou conhecimento da operação em uma conversa informal uma semana antes e não tomou nenhuma providência em preparação para ela.

    Além disso, no final da manhã equipes de perícia da Polícia Civil foram convocadas pelo Departamento e se reuniram na Cidade da Polícia, a poucos quilômetros dos dois conjuntos de favela onde ocorria a operação, mas nunca foram enviadas ao local, de acordo com a HRW.

    No final do dia, vários corpos começaram a ser recolhidos por policiais, sem a presença de equipes de perícia da Polícia Civil, como constatou a HRW. Muitos deles foram levados para um local onde tampouco havia a presença da polícia técnica, para serem entregues à Defesa Civil que os levou, por fim, ao Instituto Médico Legal (IML).
     


    Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, após ação policial da Operação Contenção. Foto: Eusébio Gomes/TV Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, após ação policial da Operação Contenção. Foto: Eusébio Gomes/TV Brasil
    Rio de Janeiro, 29/10/2025 – Dezenas de corpos são trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, após ação policial da Operação Contenção – Eusébio Gomes/TV Brasil

    A perícia nem sequer foi enviada à Praça São Lucas, para onde moradores levaram dezenas de corpos, de acordo com a HRW. Ali os peritos poderiam ter feitos registros fotográficos e análises preliminares das vítimas, segundo o relatório.

    Dentre as vítimas que foram recolhidas do local onde morreram estão 33 retiradas pela Polícia Militar e encaminhadas ao necrotério e 62 transportadas pelos próprios moradores dos complexos de favelas até a Praça São Lucas.

    A HRW verificou ainda que, devido ao fato de muitos corpos terem ficados no chão expostos à temperatura ambiente por muitas horas já estavam em processo de decomposição, o que atrapalhou o trabalho de necropsia dos médicos legistas.

    Outro problema, de acordo com a ONG internacional, foi o fato de nenhum local ter sido preservado para realizar perícia posterior. A polícia alegou que os agentes estavam no meio de um confronto armado, o que os impedia de resguardar esses locais para os peritos.

    Mas a HRW constatou que não foram resguardadas para a perícia nem mesmo as áreas que poderiam ter sido preservadas mais facilmente, como o interior de residência, onde alguns foram mortos, ou as proximidades da estação de trem localizada fora dos conjuntos de favelas, onde dois suspeitos morreram.

    Também houve pouca preocupação em preservar as 118 armas supostamente apreendidas durante a operação.

    “As armas deveriam ser mantidas em sacos lacrados e enviadas para análise pericial de impressões digitais e balística. Em vez disso, a polícia apresentou as armas sem embalagem em uma coletiva de imprensa. Reportagens de televisão mostraram policiais e até mesmo repórteres manuseando armas e outros equipamentos apreendidos sem luvas”, diz o relatório.


    Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Julya Almeida mostra vídeo com imagens de cartuchos encontrados no quintal da sua casa durante protesto de moradores contra execuçoes na comunidade da Vila da Penha, Operação Contenção.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Julya Almeida mostra vídeo com imagens de cartuchos encontrados no quintal da sua casa durante protesto de moradores contra execuçoes na comunidade da Vila da Penha, Operação Contenção.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Julya Almeida mostra vídeo com imagens de cartuchos encontrados no quintal da sua casa na comunidade da Vila da Penha, após a Operação Contenção – Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Câmeras corporais

    Além disso, há fortes indícios de que os policiais também tentaram dificultar as consequentes investigações que poderiam ser abertas ao fim da operação.

    O relatório constatou, por exemplo, que alguns policiais podem ter adotado a prática comum na polícia carioca de retirar pessoas já mortas dos locais onde o crime ocorreu para dificultar a perícia. Pelo menos 16 pessoas foram transportadas pela polícia para hospitais, onde já chegaram mortas.

    Em quatro casos, a polícia reconheceu que elas já estavam mortas quando foram levadas para o hospital, já que, segundo a HRW, agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) alegaram que quando encontraram essas pessoas nas ruas das favelas, elas já estavam mortas.

    Além disso, o relatório constatou, assim como o MPRJ, que vários dos agentes envolvidos na operação manipularam suas câmeras corporais (equipamentos que ficam acoplados às fardas dos agentes).

    A investigação da HRW mostrou, por exemplo, que nenhuma das 117 mortes de não policiais foram gravadas pelos equipamentos dos agentes.

    Há indícios de que policiais tenham ocultado propositalmente suas câmeras ou tirado elas de suas fardas em momentos específicos.

    Há imagens mostrando claramente policiais colocando a mão na frente da lente ou colocando o equipamento em algum local, com a lente virada para outra direção.

    Algumas câmeras nem sequer foram levadas pelos policiais na incursão a pé, já que foram deixadas dentro das viaturas.

    Essas interferências na gravação, segundo a HRW, ocorreram em momentos chave da operação, como prisões, tiroteios ou dentro de residências.

    Muitos equipamentos tiveram suas baterias esgotadas antes do fim da operação e desligaram antes do momento em que mais mortes ocorreram.

    A ONG internacional constatou que o tempo médio de gravação das câmeras de 305 policiais da linha de frente analisadas foi de 6 horas e 38 minutos, bem abaixo das 12 horas de autonomia esperada para o equipamento.

    Protocolo da Polícia Militar é claro no sentido de especificar a necessidade de levar baterias extras quando a operação for maior que 12 horas. De acordo com a HRW, isso não foi feito.

    A partir de meio-dia do dia da operação, as gravações começaram a sofrer mais interferências. Em 55% dos casos nas 305 câmeras de policiais da linha de frente analisadas, as filmagens são interrompidas ou apresentam lacuna significativa de material gravado a partir desse horário.

    Outra questão é que apenas 23% dos 2,5 mil policiais que participaram da ação usavam câmeras corporais.

    Indícios de execução


    Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Moradores protestam contra execuçoes na comunidade da Vila da PenhaOperação Contenção.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 - Moradores protestam contra execuçoes na comunidade da Vila da PenhaOperação Contenção.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
    Rio de Janeiro, 29/10/2025 – Moradores protestam contra execuções na comunidade da Vila da Penha durante a Operação Contenção – Tânia Rêgo/Agência Brasil

    O relatório constatou que 60% dos mortos foram alvejados com quatro ou mais tiros. Entre os cinco policiais mortos, apenas um deles foi alvejado com dois tiros, os outros quatro morreram com apenas um ferimento.

    Entre os 117 não policiais, apenas 19 foram mortos com um tiro. Doze morreram com dois tiros e 13 com três. Setenta e três morreram com quatro tiros ou mais.

    Houve sete casos, em que o número de perfurações por arma de fogo no corpo superou dez. Um dos mortos recebeu 13 tiros.

    Em 71% dos casos, as vítimas apresentavam perfurações de entrada de projétil em dois lados do corpo (seja frente, costas, lateral direita ou esquerda). Em 34% dos casos, havia ferimentos em três lados do corpo (frente, costas e pelo menos uma das laterais).

    Dos 117 mortos, 12% apresentavam ferimentos apenas na parte traseira do corpo, ou seja, foram alvejados quando estavam de costas. Oitenta e cinco deles tinham pelo menos um ferimento na parte de trás do corpo. Um deles recebeu 11 tiros nas costas.

    Cinquenta foram alvejados na cabeça (seja na parte dianteira ou traseira), entre eles a vítima mais jovem, um adolescente 14 anos. Ele foi alvejado com três tiros pela frente e três pelas costas.

    Um homem, que morreu com dez tiros, recebeu pelo menos seis a queima-roupa, a menos de 60 centímetros de distância entre o atirador e a vítima.

    De acordo com a HRW, em muitos casos não foi possível determinar a distância do tiro por causa do estado dos corpos e porque muitos estavam despidos, supostamente pelos próprios policiais.

    Outra morte que chamou a atenção da HRW foi a de Ronaldo Julião da Silva, de 46 anos, que, segundo moradores da comunidade, não era membro da facção e estaria desarmado quando foi morto. O laudo da necropsia mostrou que foi atingido nas costas, na axila esquerda, na mão esquerda e duas vezes no rosto. 

    Há depoimentos de parentes de vítimas que indicam que pessoas estavam se entregando e, mesmo assim, sendo mortas por policiais.

    Há o caso de uma mãe que recebeu uma mensagem do filho dizendo que queria se entregar mas que temia ser morto pelos policiais, o que já teria acontecido com colegas seus. O jovem depois apareceu morto.

    A Agência Brasil entrou em contato com as polícias Civil e Militar para falar sobre a operação Contenção.

    A Polícia Militar disse que não concederia nenhuma entrevista sobre o assunto. A Polícia Civil não respondeu ao pedido da reportagem. O espaço segue aberto para incluir posicionamento das corporações.

    A Secretaria de Segurança Pública enviou uma nota em que diz que as investigações sobre as 117 mortes seguem em andamento pela Delegacia de Homicídios da Capital.

    “Nos últimos 12 meses, foram colhidos 242 depoimentos e produzidos e analisados 553 laudos periciais. As diligências prosseguem, incluindo a realização de outros 105 exames. O trabalho é acompanhado pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro”, diz a nota.

    Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email WhatsApp
    Tv Criar
    • Website

    Related Posts

    Movimentos sociais no Rio lembram vítimas da Operação Contenção

    outubro 28, 2026

    Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula

    outubro 27, 2026

    Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas

    outubro 27, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Últimas Publicações

    Movimentos sociais no Rio lembram vítimas da Operação Contenção

    outubro 28, 2026

    Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula

    outubro 27, 2026

    Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas

    outubro 27, 2026

    Ministério da Igualdade Racial quer apurar racismo em ato bolsonarista

    outubro 25, 2026
    Manter contato
    • Facebook
    • Instagram
    • WhatsApp
    Não perca

    ONG internacional aponta falhas na investigação da Operação Contenção

    Direitos Humanos outubro 28, 2026

    Um relatório divulgado nesta quarta-feira (28) pela organização não governamental internacional Human Rights Watch (HRW)…

    Movimentos sociais no Rio lembram vítimas da Operação Contenção

    outubro 28, 2026

    Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula

    outubro 27, 2026

    Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas

    outubro 27, 2026

    Assine atualizações

    Receba as últimas notícias criativas da SmartMag sobre arte e design.

    Quem é a TV Criar
    Quem é a TV Criar

    A TV Criar é uma plataforma brasileira de entretenimento digital que oferece programação independente e variada, com foco em conteúdos acessíveis para diferentes públicos e classes sociais. Com mais de 16 anos de experiência em transmissão de alta qualidade no Brasil, a TV Criar se destaca por promover o cinema nacional e outras produções culturais.
    Android Apps on Google Play

    A emissora está presente em diversas plataformas digitais, incluindo o aplicativo "TV Criar Entretenimento" disponível na Google Play Store, e mantém uma forte presença nas redes sociais, como no Instagram (@tvcriar) e Facebook, onde compartilha notícias, dicas de entretenimento e informações sobre sua programação.

    Para mais informações sobre a programação e conteúdos oferecidos, você pode visitar o site oficial da TV Criar em www.tvcriar.com.br.
    Estamos aceitando novas parcerias neste momento.

    Conta Email: contato@tvcriar.com.br
    Contato Telefone (61) 9 0000-0000

    Facebook YouTube

    Nossas escolhas

    Movimentos sociais no Rio lembram vítimas da Operação Contenção

    outubro 28, 2026

    Indígenas relatam envenenamento de água após reeleição de Lula

    outubro 27, 2026

    Um ano depois, mortes da Operação Contenção ainda são investigadas

    outubro 27, 2026

    Ministério da Igualdade Racial quer apurar racismo em ato bolsonarista

    outubro 25, 2026

    BB capacitará funcionários para acolher mulheres em risco

    outubro 24, 2026

    Entidades estimulam domésticas a denunciar assédio eleitoral

    outubro 23, 2026
    PUBLICIDADE
    Facebook Instagram WhatsApp X (Twitter) YouTube TikTok Telegram
    • Home
    • World
    • Politics
    • Media & Culture
    • COMPRAR 2
    Copyright © 2026 Todos os Direitos Reservados a TV Criar

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.