Brasília, DF — Entre os muitos mistérios que rondam o Distrito Federal, uma lenda urbana tem ganhado força nas últimas décadas: a história dos “Afogados da Piscina”, um relato sombrio que mistura tragédia, superstição e o imaginário coletivo da capital.
Segundo moradores antigos de uma região afastada do Lago Sul, existe uma antiga mansão abandonada, cercada por vegetação densa e silêncio absoluto. O que chama atenção não é a construção em si, mas a piscina nos fundos — vazia, rachada, e coberta por folhas secas. Dizem que, em noites de lua cheia, é possível ouvir sons de água agitada e gritos abafados vindos do local, como se alguém estivesse se afogando… mesmo sem uma gota de água presente.
🧩 A origem do mito
A lenda teria começado nos anos 1980, quando três adolescentes desapareceram após invadir a propriedade para uma festa clandestina. Seus corpos nunca foram encontrados, e a piscina — que na época estava cheia — foi drenada dias depois, sem explicação oficial. Desde então, relatos de aparições, calafrios repentinos e até marcas de mãos molhadas no concreto seco alimentam o mistério.
👻 Depoimentos e curiosidades
- Um segurança noturno da área afirma ter visto “silhuetas dançando sobre a água invisível”.
- Um grupo de exploradores urbanos registrou sons estranhos em gravações feitas no local, incluindo o que parece ser uma voz infantil dizendo “me ajuda”.
- A mansão foi colocada à venda diversas vezes, mas nenhum comprador permaneceu mais de uma semana.
🔍 Fato ou ficção?
Especialistas em folclore urbano apontam que a lenda dos Afogados da Piscina pode ser uma metáfora para os perigos da imprudência juvenil e o abandono de espaços públicos. Outros acreditam que é apenas mais uma história criada para assustar curiosos e manter afastados os invasores.
Seja como for, a piscina fantasma continua lá — silenciosa, seca e envolta em mistério.
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Autor: Sérgio Hicardo — TV Criar Brasília


