Close Menu
TV Criar – Notícias e Entretenimento 24hsTV Criar – Notícias e Entretenimento 24hs
    O que há de novo

    ONU lança propostas para proteção das mulheres

    setembro 24, 2026

    Pais veem palmada como disciplina e não como violência, alerta Unicef

    setembro 24, 2026

    Lei institui atendimento a vítimas de violência física e sexual

    setembro 23, 2026

    Assine atualizações

    Receba as últimas notícias criativas do FooBar sobre arte, design e negócios.

    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram WhatsApp
    TV Criar – Notícias e Entretenimento 24hsTV Criar – Notícias e Entretenimento 24hs
    Se inscrever
    • Home
    • AO VIVO
    • Distrito Federal

      Principais notícias do Distrito Federal nesta segunda-feira (24)

      agosto 24, 2026

      Turismo no DF: roteiro romântico para casais redescobrirem Brasília

      agosto 6, 2026

      Ciclista fica ferido após acidente na Ponte Alta e mobiliza atendimento na região

      agosto 1, 2026

      🎥 BOLETIM JORNALÍSTICO – TV CRIAR

      julho 28, 2026

      AGORA É OFICIAL: Ponte Alta é a nova Região Administrativa do Distrito Federal

      julho 3, 2026
    • Mundo

      Cientistas identificam placa tectônica se rompendo sob o Oceano Pacífico

      setembro 14, 2026

      13 de novembro de 2026: entenda a projeção matemática que voltou a repercutir nas redes sociais

      setembro 14, 2026

      Terremoto de magnitude 7,1 atinge o Japão e mobiliza autoridades

      julho 28, 2026

      Três pessoas são resgatadas com vida após 28 dias sob escombros e emocionam equipes de socorro

      julho 23, 2026

      Por que os terremotos da Venezuela não puderam ser previstos? Entenda o que diz a ciência

      julho 3, 2026
    • Notícias Olhos D’Água

      Dia de celebrar na comunidade Olhos D’Água! 🤩

      outubro 21, 2025

      Comunidade Olhos d’Água recebe atenção especial após reclamações sobre instabilidade no fornecimento de energia ⚡

      outubro 21, 2025

      Comunidade Olhos D’Água celebra conclusão de 4 km de asfalto em grande conquista coletiva

      outubro 7, 2025

      🚧 Novo asfalto traz mais segurança e qualidade de vida ao Olhos d’Água

      setembro 26, 2025

      Deputado Eduardo Pedrosa visita comunidade e acompanha obras de pavimentação

      setembro 23, 2025
    • Parceiros da TV Criar

      🏡 Dechome Interiores: transforme sua casa com elegância e personalidade

      julho 9, 2026

      STUDIO DIAMANTE PAIVA: Lapidando belezas únicas de forma exclusiva!

      outubro 13, 2025

      📺 Seja parceiro da Web TV Criar

      maio 7, 2025

      Banda BR080 é a nova parceira da TV Criar Entretenimento

      maio 7, 2025

      Divino Silva Parceiro da TV Criar

      janeiro 6, 2024
    • Contact
    TV Criar – Notícias e Entretenimento 24hsTV Criar – Notícias e Entretenimento 24hs
    You are at:Início » Ações para população LGBTQIA+ avançam próximo à Conferência Nacional
    Direitos Humanos

    Ações para população LGBTQIA+ avançam próximo à Conferência Nacional

    Tv CriarBy Tv Criarjunho 28, 2025Nenhum comentário7 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email WhatsApp
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email WhatsApp


    Logo Agência Brasil

    As discussões preparatórias à 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ aumentam à medida que se aproxima a realização da 4ª edição do encontro. Começam a ser desenhadas propostas de ação que vão nortear a construção de políticas no setor nos próximos anos. O encontro de 2025 será entre os dias 21 e 25 de outubro, em Brasília.

    Com o tema  “Construindo a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+” a conferência, proposta pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e pelo Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ , contará com 1.212 delegados, eleitos nas conferências locais e estaduais, e com os 76 membros do conselho, também delegados. Mais 100 convidados terão direito a voz nos espaços constitucionais do evento e outros 100 participantes serão observadores.

    Notícias relacionadas:

    • Parada LGBT+ de SP discute o envelhecimento em meio à festa e reflexão.
    • Exposição mostra perseguição à comunidade LGBTQIA+ durante ditadura.

    As conferências Livres e Locais já ocorreram. Atualmente estão sendo realizadas as estaduais, tendo o Acre, Mato Grosso e o Distrito Federal concluído as suas edições. As datas das demais, que serão feitas até o final de agosto, estão no site do encontro.

    A divisão dos delegados é proporcional à quantidade de habitantes de cada unidade federativa, mas as conferências terão igualdade em número de proposições, quatro para cada um dos quatro eixos temáticos da conferência, que são: enfrentamento à violência; trabalho digno e geração de renda; interseccionalidade e internacionalização; institucionalização da Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. Os eixos terão as propostas discutidas na conferência, em quatro grupos de trabalho de cada eixo, a partir dos quais as propostas serão submetidas a todos os delegados.

    Esse modelo de conferência tem sido utilizado há décadas em outros espaços de democracia direta, como o Orçamento Participativo e as conferências de Saúde e Educação. Nas conferências anteriores de Direitos das Pessoas LGBTQIA+, também não se tratava de uma novidade, mas havia menos delegados. 

    Um hiato de nove anos

    As conferências do segmento sempre foram marcadas por um intervalo de alguns anos, tendo sido realizadas em 2008, 2011 e 2016.

    Na primeira edição, em 2008, participaram pouco mais de 500 delegados. Entre as propostas que surgiram houve a  de criação de um órgão específico, dentro da esfera federal, com recursos próprios, para tratar das políticas públicas das pessoas LGBTQIA+; a construção do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos das Pessoas LGBTQIA+; a pressão pelo cumprimento dos objetivos do Programa Brasil sem Homofobia; a proposição de leis que garantissem direitos a essa população; e a criação do Conselho Nacional LGBTQIA+.

    Três anos depois, a conferência realizada em dezembro de 2011 avaliou os avanços após o encontro de 2008 e avançou na construção de novas propostas, como a criação do Comitê Nacional de Políticas Públicas LGBT e do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência, instituído pela Portaria nº 766/2013.

    A terceira conferência, em 2016, produziu 192 resoluções voltadas a diversos ministérios, e foi um dos eventos responsáveis por consolidar o uso do termo “LGBTfobia” na esfera institucional. Paradoxalmente, foi o encontro com mais delegados até então, 845.

    “As conferências anteriores já resultaram em importantes avanços concretos para a comunidade LGBTQIA+. Além dos instrumentos nacionais mencionados, houve fortalecimento institucional, como o Programa Brasil Sem Homofobia e os relatórios de violência homofóbica. As políticas públicas também começaram a ser definidas com base nas diretrizes pactuadas nesses espaços, promovendo maior visibilidade, acolhimento e proteção à população LGBTQIA+. As conferências estaduais de 2024, nos estados do Amapá, Rio Grande do Norte e Alagoas, estão sendo retomada em 2025, com o estado do Acre reafirmando esse papel estratégico, onde debates qualificados têm produzido propostas robustas nas áreas de enfrentamento à violência, empregabilidade, saúde, educação e institucionalização de políticas específicas.”, disse em nota o Ministério dos Direitos Humanos à Agência Brasil.

    A proposta do órgão é retomar o processo de participação direta para o segmento, por meio de conferências, que reconhece como “instrumentos legítimos de construção de políticas públicas, de controle social e de construção coletiva de cidadania”. Isso consolida o amadurecimento de ferramentas de participação direta e de construção de instrumentos consultivos e deliberativos que vinham crescendo desde o governo de Fernando Henrique Cardoso, com destaque para os processos de participação em conferências descentralizadas e de construção de orçamentos participativos durante os anos 2000 e 2010.

    As conferências nacionais de participação popular foram instrumento importante dos primeiros governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    “De 2003 a 2010, realizamos 64 conferências  sobre as mais diversas políticas públicas federais, desde as de assistência social, saúde e educação até  as de igualdade racial, direitos das mulheres e da população LGBT, passando pelas de meio ambiente, reforma agrária, cultura e juventude, entre tantas outras”, afirma Luiz Dulci, na época ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Cada conferência tinha sempre três etapas: municipais, estaduais e nacional. “No total, esse vasto processo democrático mobilizou mais de 5 milhões de pessoas em todo o país, dando forte respaldo às propostas aprovadas, que o governo se empenhava em incorporar a seus programas e planos de ação”, complementa.   

    Prevista para 2018, a 4ª edição foi descontinuada na gestão Michel Temer e não houve esforços para sua realização no governo de Jair Bolsonaro. Não há certeza se a edição atual terá propostas para garantir instrumentos para sua continuidade.

    “Nos governos do presidente Lula (nos dois mandatos) e posteriormente no governo da presidente Dilma Rousseff, houve grandes avanços, especialmente com a institucionalização das conferências como espaços fundamentais de debate e formulação de políticas públicas. A partir delas, foram elaboradas políticas de reparação, reconhecimento de identidades de gênero e raça, e criados programas importantes, como o Brasil Sem Homofobia, centro de referência entre outros”, explicou Rogério Sottili, diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, uma das organizações que participam da realização da conferência deste ano.

    Logo após o impeachment da presidente Dilma Rousseff ocorreu uma interrupção na participação da sociedade e dos movimentos sociais na construção de políticas públicas, segundo Sottili, compreensão amplamente difundida entre partidos, estudiosos e defensores dos direitos humanos. 

    “Com o governo Bolsonaro, essa participação foi completamente estancada. As conferências foram descartadas, literalmente jogadas no lixo, e a participação da sociedade civil foi interrompida. Pior do que isso, os movimentos sociais e a sociedade civil passaram a ser considerados “inimigos”.  As políticas públicas deixaram de ser resultado da escuta social e passaram a refletir apenas a visão de quem estava no governo — e, no caso da pauta LGBTQIA+, pessoas que eram declaradamente contrárias ao reconhecimento e à existência dessa população”, lembra o diretor..

    A expectativa do ministério é de que a conferência de 2025 estabeleça as diretrizes para o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e fortaleça os mecanismos de controle social. Segundo a pasta “a paridade, transparência e diversidade de representação são princípios fundamentais desse processo democrático”.

    Além do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, estão envolvidos na realização da conferência mais 19 ministérios e 6 entidades públicas que compõem o Conselho Nacional LGBTQIA+ e participam das subcomissões que organizam o encontro.

    Nome social

    “Um exemplo marcante do que significa a verdadeira construção de política pública com participação social foi o reconhecimento do nome social para pessoas LGBTQIA+, aprovado na última conferência de direitos humanos no governo da presidente Dilma Rousseff. Inicialmente, ela havia rejeitado a proposta por não compreender sua importância no serviço público. Diante disso, a conferência se mobilizou intensamente, pedindo uma reunião direta com a presidente para explicar por que o nome social era fundamental na luta contra a discriminação e pelo reconhecimento da população LGBT, lembrou Rogério Sottili.

    A reunião foi coordenada por ele, que era secretário especial de Direitos Humanos, e contou com representantes de 15 estados e mais de 30 lideranças LGBTQIA+. Foram duas horas de diálogo direto com a presidente. Ao final, Dilma entendeu a importância da pauta e assinou o decreto que instituiu o nome social. Isso é participação social. Isso é política pública construída a partir da escuta da sociedade civil. E é por isso que políticas públicas adequadas só podem ser elaboradas com essa escuta ativa e democrática.”, disse ele à Agência Brasil. 

    Luiz Dulci destaca a importância da ampliação das conferências neste momento. Ele considera que nos dois últimos governos a participação popular foi praticamente extinta.

    “O que era voluntário foi abolido, e o que era obrigatório por lei, esvaziado. Conselhos, mesas de diálogo, ouvidorias, conferências deixaram de existir. É por isso que saudamos com entusiasmo e apoiamos ativamente as tentativas de retomar o processo de conferências. O Brasil precisa de uma cidadania ativa. A participação popular é vital para fortalecer a democracia e impulsionar o desenvolvimento do país”, afirma o ex-ministro.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email WhatsApp
    Tv Criar
    • Website

    Related Posts

    ONU lança propostas para proteção das mulheres

    setembro 24, 2026

    Pais veem palmada como disciplina e não como violência, alerta Unicef

    setembro 24, 2026

    Lei institui atendimento a vítimas de violência física e sexual

    setembro 23, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Últimas Publicações

    ONU lança propostas para proteção das mulheres

    setembro 24, 2026

    Pais veem palmada como disciplina e não como violência, alerta Unicef

    setembro 24, 2026

    Lei institui atendimento a vítimas de violência física e sexual

    setembro 23, 2026

    Polícia investiga indução ao suicídio na morte de Isabelle no Ceará

    setembro 23, 2026
    Manter contato
    • Facebook
    • Instagram
    • WhatsApp
    Não perca

    ONU lança propostas para proteção das mulheres

    Direitos Humanos setembro 24, 2026

    A poucos dias das eleições, a Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres lançou um documento…

    Pais veem palmada como disciplina e não como violência, alerta Unicef

    setembro 24, 2026

    Lei institui atendimento a vítimas de violência física e sexual

    setembro 23, 2026

    Polícia investiga indução ao suicídio na morte de Isabelle no Ceará

    setembro 23, 2026

    Assine atualizações

    Receba as últimas notícias criativas da SmartMag sobre arte e design.

    Quem é a TV Criar
    Quem é a TV Criar

    A TV Criar é uma plataforma brasileira de entretenimento digital que oferece programação independente e variada, com foco em conteúdos acessíveis para diferentes públicos e classes sociais. Com mais de 16 anos de experiência em transmissão de alta qualidade no Brasil, a TV Criar se destaca por promover o cinema nacional e outras produções culturais.
    Android Apps on Google Play

    A emissora está presente em diversas plataformas digitais, incluindo o aplicativo "TV Criar Entretenimento" disponível na Google Play Store, e mantém uma forte presença nas redes sociais, como no Instagram (@tvcriar) e Facebook, onde compartilha notícias, dicas de entretenimento e informações sobre sua programação.

    Para mais informações sobre a programação e conteúdos oferecidos, você pode visitar o site oficial da TV Criar em www.tvcriar.com.br.
    Estamos aceitando novas parcerias neste momento.

    Conta Email: contato@tvcriar.com.br
    Contato Telefone (61) 9 0000-0000

    Facebook YouTube

    Nossas escolhas

    ONU lança propostas para proteção das mulheres

    setembro 24, 2026

    Pais veem palmada como disciplina e não como violência, alerta Unicef

    setembro 24, 2026

    Lei institui atendimento a vítimas de violência física e sexual

    setembro 23, 2026

    Polícia investiga indução ao suicídio na morte de Isabelle no Ceará

    setembro 23, 2026

    40% das mulheres já renunciaram a empregos por dificuldade de acesso

    setembro 23, 2026

    Líder índígena pede na ONU retirada de invasores de sua Terra

    setembro 23, 2026
    PUBLICIDADE
    Facebook Instagram WhatsApp X (Twitter) YouTube TikTok Telegram
    • Home
    • World
    • Politics
    • Media & Culture
    • COMPRAR 2
    Copyright © 2026 Todos os Direitos Reservados a TV Criar

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.