📰 Investigação aponta possível desperdício de dinheiro público e falta de transparência em contrato milionário
Em 2021, o governo do então presidente Jair Bolsonaro destinou cerca de R$ 18 milhões para a remoção de um navio naufragado no Maranhão. Quase três anos depois, o que chama atenção é que o navio ainda está lá, submerso, e a operação de retirada nunca foi concluída.
O caso envolve o Navio Haidar, que afundou no porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA), em 2015, com mais de 4 mil bois vivos a bordo. A tragédia ambiental causou forte comoção à época, e anos depois, o governo federal prometeu solucionar o problema.
💸 Contrato milionário e pouca clareza
O pagamento foi feito à empresa Grupo Bertolini, que venceu a licitação para a retirada dos destroços. No entanto, documentos revelados por apuração da imprensa mostram que não houve transparência suficiente sobre o andamento do serviço. E, até o momento, nenhuma justificativa oficial foi dada sobre o porquê da não remoção.
A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) já foram acionados para investigar o destino dos recursos.
🌊 Impacto ambiental e cobrança da sociedade
Além do alto valor gasto sem resultado prático, o navio continua oferecendo riscos ao meio ambiente. Especialistas alertam que o casco submerso pode liberar resíduos e afetar a biodiversidade local, o que aumenta a pressão por respostas rápidas do governo federal atual.
⚖️ E agora?
A expectativa é que novas investigações sejam abertas para apurar:
- Se houve mau uso de verba pública;
- Por que a empresa contratada não concluiu a obra;
- Se alguém será responsabilizado por esse possível escândalo.
A população cobra explicações, e o caso pode ganhar ainda mais destaque nos próximos dias.
📌 Fique ligado na TV Criar para novas atualizações sobre este caso e outros assuntos que impactam a sociedade.
✍️ Por Sérgio Hicardo – Redação TV Criar


